segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

O olho, o leão e o sangue


Esses malditos olhos,
Eram aqueles velhos olhos
Eram como estrelas,
Agora nem mais brilho tem
Foram apagados pelo ódio
Isso se existia brilho
Por baixo de todas essas máscaras,
Malditas máscaras
Uma é a mais cruel,
A máscara de leão
O que tem por baixo da máscara de leão?
O medo d enfrentar seus problemas?
De agir por si mesma?
De corresponder ao amor puro?
De não agradar terceiros?
De dizer a verdade?
Maldito Leão
Lhe cravo esta estaca agora
Para que sinta a mesma dor que senti
Para que saiba o é que fazer alguem sofrer
Dou-lhe as costas
E deixo seu sangue escorrer
Sinta a estaca
A mesma que me fez morrer.

NÃO MORRI...

Víbora…
Que não me pariste por luxúria
Não me fizeste filho por luxúria
Víbora, víbora, víbora.
Não morri…
Para tua infelicidade não morri
Estou mais vivo que tua vaidade
Mais real que tua inverdade
Te cuspo na cara sem piedade, víbora!
Mil vezes víbora
O amor transformado em ódio
Puta de palmo e meio (víbora)
Mas paraquê tanto ódio?
Se nem mesmo este nobre sentimento mereces
VÍBORA
Germinei na lixeira que me plantaste
Os cães sarnentos me acolheram em seu leito
Das cadelas desfalecidas saboriei o melhor leite do peito
Peito que me negaste, víbora…
Receba minha maldição
Que seu ventre seja varido
Que não mais fetos plantes em vão
Que sua vaidade seja arancada
Que se lembre de mim. Víbora
Principalmente que não morra
Que a corda se recuse a enforca-la
Para que sinta o ódio que a dedico
No inferno não há espaço para ti “víbora”
Para sempre detestada víbora.
—- AMÉN —-

*PUTA~ mulher desvairada que faz do seu corpo paragem para viajantes sem rumo
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